sexta-feira, 18 de novembro de 2011

O vazamento de petróleo na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro, pode ser 23 vezes maior que o divulgado, conforme estimativa do geólogo John Amos, da ONG SkyTruth. Com base nas imagens captadas pela Nasa, Amos percebeu um vazamento de 3.738 barris por dia entre 9 e 12 de novembro, o que totaliza pelo menos 15 mil barris. Diferente disso, a Chevron, empresa responsável pela exploração na região, disse terem vazado 650 barris ao longo dos dias. A informação é do jornal O Globo.

Para a Agência Nacional de Petróleo (ANP) há diferença entre a quantidade divulgada e a que de fato vazou, mas ela seria apenas cinco vezes maior. O presidente da ANP, Haroldo Lima, teria afirmado em conversar com parlamentares do Partido Verde (PV) que o derramamento de óleo atinge 3,3 mil barris desde o dia 7 de novembro.




by : Mauren e Grazi

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Como se forma o granizo

O granizo se forma em grandes nuvens de tempestade, particularmente naquelas com correntes ascendentes e intensas, com alto conteúdo de água líquida, grande extensão vertical, gotas de água de grande porte e onde uma boa parte da camada de nuvem tenha temperatura abaixo de 0°C. Estes tipos de fortes correntes de ar ascendente podem também indicar a presença de um tornado. A taxa de crescimento é maximizada onde o ar está próximo de uma temperatura de -13°C.

Rinoceronte negro ocidental é declarado extinto


Texto:
Foto: Getty Images
Rinoceronte negro em zoológico na Inglaterra: subespécie de rinoceronte negro ocidental está extinta
O rinoceronte negro ocidental (Diceros bicornis longipes), subespécie que tinha como habitat Camarões na África ocidental, foi declarado extinto oficialmente. A notícia foi dada na atualização da Lista Vermelha da União Internacional de Conservação da Natureza (IUCN, da sigla em inglês), que cataloga e classifica as espécies em risco de extinção. De acordo com a organização, apesar dos esforços dos programas de conservação 25% das espécies de mamíferos correm risco de extinção.
As subespécies de rinoceronte branco na África Central (Ceratotherium simum cottoni) foi classificada como possivelmente extinta na natureza. O rinoceronte javanês (Rhinoceros sondaicus) também está quase desaparecendo, as subespécies Rhinoceros sondaicus annamiticus, rinoceronte javanês que habitava o Vietnã, está provavelmente extinta, desde que o último animal que se tinha conhecimento foi caçado no Vietnã, em 2010. A espécie de rinoceronte javanês só não foi declarada extinta, pois ainda existe uma pequena população em declínio desta espécie em Java.


Em comunicado, a (IUCN), afirma que a falta de apoio político para os esforços de conservação nos habitats de muitos rinocerontes.O animal é vítima da caça ilegal motivada pela demanda de seus chifres, que supostamente apresentam propriedades terapêuticas no tratamento do câncer, embora isso não seja comprovado, além de não serem mais utilizados formalmente na medicina tradicional chinesa.
O presidente da Comissão de Sobrevivência de Espécies da IUCN, Simon Stuart, afirmou que o caso dos rinocerontes negro ocidental e branco do norte poderia ter sido muito diferente se as medidas de conservação sugeridas tivessem sido aplicadas.

Madagáscar

De acordo com a lista vermelha da IUNC, Um novo desafio de conservação surgiu em Madagáscar, onde 40% de répteis - um componente importante da biodiversidade, principalmente nas ilhas e terras secas - correm perigo.
Camaleões, lagartixas, cobras-de-pernas e serpentes também estão sob ameaça, mas a IUNC expressa certo otimismo no caso destes, já que as autoridades de Madagáscar criaram novas áreas de conservação, que contribuirão para a sobrevivência de espécies que já apresentam estado crítico, como o camaleão Tarzan.


No meio marinho, o perigo é tão grande como em terra firme. As últimas avaliações das espécies de escombrídeos (atuns, bonitos, cavalas e cavalas espanholas) e de peixes de bico (espada e agulha) mostram que a situação é grave para os atuns.
Das oito espécies de atum, cinco aparecem na categoria de espécie ameaçada ou quase ameaçada da "lista vermelha" da IUNC. Em perigo, estão o atum vermelho do sul e o atum-de-olho-grande, e em perigo crítico, o atum vermelho do Atlântico.
O atum amarelo é considerado vulnerável e o atum branco está sob a classificação de "quase ameaçado".
A entidade defensora dos animais espera que esta nova informação estimule os Governos a tomar decisões que protejam o futuro dessas espécies, muitas das quais possuem alto valor econômico.
Boas notícias
No entanto, nem tudo são más notícias, já que a "lista vermelha" também apresenta exemplos de espécies recuperadas graças a esforços realizados neste sentido.
Uma subespécie do rinoceronte branco passou de uma população de menos de 100 exemplares, no final do século XIX, a uma população selvagem de mais de 20 mil. O cavalo-de-przewalski (cavalo selvagem da Mongólia) é outra história bem-sucedida, após ter passado do estado de "perigo crítico" para o de "perigo".
Em 1996, essa espécie era considerada extinta em estado silvestre, mas um programa de criação em cativeiro e de reintrodução ao meio natural permitiu que agora haja mais de 300 desses cavalos.
Muitas espécies de plantas também são vítimas do interesse comercial, como a Taxus contorta, utilizada para a produção do medicamento Taxol, destinado ao tratamento de quimioterapia. Ela passou do estado "vulnerável" para o de "perigo" por sua superexploração em uso medicinal, embora também seja usado para lenha e forragem.
Outro caso é o do "coco-do-mar", ao qual se atribuem propriedades afrodisíacas e que também está em perigo pelos incêndios e pela poda ilegal para extrair seus grãos. Embora atualmente a coleta e a venda dessas sementes sejam regulamentadas, acredita-se que exista um grande mercado negro dos grãos.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

neve

A neve (do latim nix, nivis) é um fenômeno meteorológico que consiste na queda leve, moderada ou forte de cristais de gelo. É possível usar os termos nevasca (mais comum no Brasil) ou nevão (mais comum em Portugal), para uma tempestade de neve, ou nevisco, para uma precipitação de neve rarefeita, dependendo de sua intensidade. A queda de neve costuma ser denominada como nevada.Cada cristal de gelo é uma precipitação de uma forma cristalina de água congelada. Acontece com frequência nas regiões de clima frio etemperado do planeta Terra.
   A forma e disposição do cristal de gelo depende das condições de temperatura e pressão de sua formação. Se o cristal viaja através da nuvem, como em uma nuvem de tempestades, Cumulus nimbus, diferentes condições de formação e de agregação (colisão e fusão, coalescência) são encontradas, resultando em cristas complexos, deformados e amorfos. Cristais de neve são obtidos sob condições especiais de uma sequência de estados para formação sucessiva contendo etapa de formação dendrítica.
A disposição física cristalina de cada cristal de gelo em forma de floco (denominado floco de neve) é bem peculiar, como mostra as figuras abaixo.


POSTADO POR : Raphaela

Como se forma o orvalho '

vapor de água que se condensa em forma de pequenas gotas, devido a um arrefecimento lento do ar, e se deposita de manhã e à noite, sobre os corpos expostos ao ar livre;




by : grazielly

sexta-feira, 28 de outubro de 2011


Oito espécies de borboletas britânicas podem entrar em extinção em breve, se o verão deste ano não for com muito sol. Isto é o que dizem os especialistas da entidade Butterfly Conservation, que indicam as chuvas intensas que assolaram o país no ano passado como o motivo da possível extinção. Segundo eles, as populações das espécies que correm o risco de desaparecer nunca estiveram com um nível tão baixo de indivíduos. Certas espécies, entre elas algumas borboletas raras da Grã Bretanha, já enfrentaram declínios anteriores, mas este pode ser o sinal vermelho de que alguma coisa mais grave poderá acontecer, sugere o jornal The Independent. Entre as mais cogitadas a desaparecerem estão a Pararge aegeria e a Plebeius argus.

BY:GRAZIELLY

sábado, 22 de outubro de 2011

Impacto Ambiental das Queimadas


O impacto ambiental das queimadas é um tema preocupante, pois envolve a fertilidade dos solos, a destruição da biodiversidade, a fragilização de agroecossistemas, a destruição de linhas de transmissão e outras formas de patrimônio público e privado, a produção de gases nocivos à saúde humana, a diminuição da visibilidade atmosférica, o aumento de acidentes em estradas e a limitação do tráfego aéreo, entre outros.
As queimadas interferem diretamente na qualidade do ar, na física, na química e na biologia dos solos, na vegetação atingida pelo fogo e indiretamente podem afetar os recursos hídricos.
São muitos os tipos de queimadas, envolvendo vegetações diferentes. Uma pastagem adubada pode gerar determinados gases, em particular óxidos nítricos, em quantidade muito superior a de uma pastagem que não recebeu fertilizantes.
As condições meteorológicas (presença de vento, temperatura ambiente), o relevo e a hora da queimada são condicionantes da temperatura atingida pelo fogo e do tempo necessário para a queima total do material vegetal disponível.
Em função da temperatura e do tempo, os gases gerados podem ter uma natureza muito diferente (mais ou menos oxidados). O mesmo ocorre no tocante à biologia do solo. Em função da hora da queimada (de dia ou de noite, ao meio-dia ou ao entardecer...), as reações fotoquímicas ao nível das emissões gasosas serão diferenciadas.
Não é possível generalizar sobre os impactos ambientais das queimadas, nem na Amazônia, nem no Brasil. Mas o fato da maioria das queimadas praticadas no Brasil ser de natureza agrícola, indica uma pequena contribuição de suas emissões de carbono no problema do efeito estufa. A maioria do carbono emitido pelas queimadas no inverno é retirado da atmosfera no verão, quando a vegetação está em fase de crescimento.
Dada a complexidade do tema e o caráter agrícola dominante das queimadas pode-se perguntar qual o custo-benefício dessa tecnologia da era neolítica utilizada amplamente pela agricultura brasileira. Nesse aspecto os contrastes nacionais são enormes. Um exemplo basta para ilustrar essa situação. São Paulo e Paraná respondem por quase 50% da produção agrícola nacional e contribuem em média com 2% das queimadas. Já o Mato Grosso, sozinho, contribui com quase 20% das queimadas do País (o dobro do total das regiões Sul e Sudeste juntas) para uma produção agrícola muito limitada